segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Alfredo Mesquita - Ayana Guevara nº3

Alfredo Mesquita nasceu em 1907 em São Paulo e morreu em 1987 também em São Paulo, é mais conhecido como Doutor Alfredo.Ele foi um ator que fundou a Escola de Arte Dramática (EAD) em 1948. E também foi um incentivador para várias pessoas que agora estão no palco ou até mesmo na Tv.  

Ele doou algumas obras suas para vários museus, uma delas a Caixa-Cofre, está no Museu da Casa Brasileira. Ela foi criada no século18 aqui no Brasil por ele, é feita de madeira e  ferro, sustentada por 4 pés, que protegiam o móvel contra a úmidade e o assédio dos animais.Era usada para guardar roupas e objetos pessoais e preciosos. Era sempre feita com três cadeadros, pois assim ninguém poderia roubar a não ser que tivessem  as três chaves. 



Caixa- Cofre no Museu da Casa Brasileiro.



http://pt.wikipedia.org/wiki/Alfredo_Mesquita  
http://www.mcb.org.br/mcbColecao.asp?sMenu=P002&sOrdem=0&sAcervo=PES&sCole=PES02 

Móvel de múltiplas utilidades

Móvel de múltiplas utilidades

     O móvel de múltiplas utilidades foi criado em 1917 por Pedro Antonio da Silva Pimentel, e doado ao museu da casa brasileira por Pietro Maria Bardi.
     Esse móvel aberto se transforma em cama com cômoda, penteadeira, escrivaninha, banquinho e ainda nichos para guardar objetos.
     Pinheiros de araucária e casas de sapé são representados em entalhes na parte frontal da peça. Reza a lenda que esse móvel foi feito para trabalhadores de circo.


Móvel de múltiplas utilidades

móvel de múltiplas utilidades

http://www.mcb.sp.gov.br/mcbItem.asp?sMenu=P002&sTipo=5&sItem=924&sOrdem=0
Beatriz Stainoff 05 7C
     

Museu da casa brasileira- Luísa Nº18

                 O museu da casa brasileira localiza-se na rua. e fica aberto der segunda a domingo, incluindo feriados. O ingresso de segunda a sábado custa R$ 4,00 por adultos de até 64 anos. Estudantes e pessoas com 65 anos pagam meia (R$ 2,00). O museu esta com uma exposição de obras feitas de materiais recicláveis, por vários artistas, chamada Design Italiano para a Sustentabilidade.
                 No museu,uma obra que me chamou a atenção foi o piano de seis pés. Há rumores que dizem que o piano pertenceu à Coroa Imperial do brasil, e, por sua data de doação, acredito que tenha pertencido à família de Dom Pedro I.  
                 Na minha opinião, o piano foi o objeto que mais me chamou a atenção, pois, apesar de já ter visto diversos pianos, de diferentes tamanhos, nunca havia visto um com seis pés, revestido de metal, e com quatro gavetas, cada qual com puxadores dourados.
                 O piano foi generosamente doado por uma ONG do século 19, e é feito de mogno e jacarandá, montado sobre seis pernas com metal e na faixa logo abaixo do instrumento, encabeçando cada perna, há um quadrado em bronze com rosáceas nas laterais que representam a coroa. 
                 Abaixo, fotos do piano :
Piano-Parte superior esquerda

Piano-Parte superior direita

Piano-Parte inferior direita


Piano-Parte central




Fotos da exposição de reciclagem:



Almofada feita de sacos de arroz




Casa de baterias



Fontes:
http://www.mcb.org.br/mcbItem.asp?sMenu=P002&sTipo=5&sItem=1779&sOrdem=0
Museu da casa brasileira

domingo, 30 de outubro de 2011

Francisco Brennand - Alexandra n°1 7C

      Francisco de Paula de Almeida Brennand nasceu em Recife em 11 de junho de 1927 e ainda não faleceu. Após completar os  estudos colegiais, a família dele incentivou-o cursar a Faculdade de Direito e suceder o pai na direção dos negócios, mas ele desistiu dedicou-se à carreira artística. Ele é um artista plástico e escultor, porém  é mais conhecido pelo seu trabalho como ceramista. Também fabrica cerâmicas para pisos e construção. 
      No museu eu escolhi a obra Pássaro Roca porque era uma obra que, para mim se destacava naquele ambiente e a achei interessante.
Pássaro Roca, escultura de cerâmica vitrificada queimada em alta temperatura.
      


      O museu da casa brasileira fica aberto de terça a domingo das 10h ás 18h. O valor do ingresso é de 4 reais , porém para estudantes é 2 reais , e de domingo e feriados os ingressos são gratuitos.


http://casaedecor.wordpress.com/2010/07/16/francisco-brennand/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_brennand

domingo, 23 de outubro de 2011

Museu da Casa Brasileira

O Museu foi construído em 1940 para abrigar a residência de Fábio da Silva prado (1887-1963) e Renata Crespi da Silva Prado (1897-1984). Possui 6 mil metros quadrados
Eles eram enriquecidos com o comércio das tropas vindas do Sul desde o início do século 18 e, depois com o café.
A obra que mais chamou atenção, foi o Design Italiano para Sustentabilidade, que tinha como objetivo mostrar e conscientizar o visitante em relação aos problemas ambientais. Nessas obras, há legendas que demonstram as possibilidades de reciclagem. Essa foi uma criaç!ao de Marco Capellini.
Entrada para as esculturas sustentáveis

Peças sustentáveis




Objetos sustentáveis

Poltrona feita de tecido reciclável e atrás, casacos reciclados e poltrona de papel

Marcela Kavano n:19 7C

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Lívio Abramo


                                             Brasil
Paraguay
Lívio Abramo nasceu em Araraquara, no interior de São Paulo, em 1903. Filhos de pais italianos, Lívio e seus irmãos e irmãs cresceram em um ambiente especial e tornaram-se artistas, jornalistas e intelectuais, cujas contribuições foram importantes para o ambiente cultural brasileiro. 

Lívio tornou-se artista por conta própria - autodidata, desenhava desde criança. Na juventude, aventurou-se na confecção de sua primeira gravura retirando sulcos de um pedaço de madeira com uma lâmina gilete.
 O reconhecimento artístico chegou mais tarde, aos 47 anos de idade, quando suas xilogravuras alcançaram um grau de depuração técnica e ao mesmo tempo uma riqueza impressionante de detalhes, suas xilogravuras eram extremamente precisas em todos os aspectos.
     Por isso ganhou prêmios como o de Viagem ao Exterior do Salão Nacional de Belas Artes, em 1950, com as 27 ilustrações para o livro "Os Sertões", de Euclides da Cunha; e o 1º Prêmio de Gravura Nacional da 2ª Bienal de São Paulo, em 1953. Algumas honrarias, como a ordem do Rio Branco.
Beatriz  Stainoff 05 7C

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Marcelo Grassmann - Alexandra 7c n°1

          Marcelo Grassmann nasceu em São Simão em 27 de setembro de 1925 e ainda não faleceu. 
          Marcelo quando iniciou a sua carreira pretendia ser escultor (estudou na Escola Técnica Getúlio Vargas). Mas decidiu ir para a xilografura e em 1955 ganhou o prêmio de Melhor Gravador Nacional, na Bienal de São Paulo.Marcelo quis fazer xilografura por causa de Alfred Kubin e por causa dos gravadores brasileiros Oswaldo Goeldi.                                                                                                                                                                                                    -        Ele recebeu o prêmio do Salão de Arte Moderna do Rio de Janeiro uma bolsa para ir à Europa , ficou lá desde 1953 a 1955. Quando voltou passou a preferir a gravura em metal e a litogravura, deixando de lado a xilogravura. Ele deu cursos no Rio Grande do Sul e em São Paulo. Um dos outros prêmios que recebeu foi de Melhor Desenhista na I Bienal de Artistas Jovens de Paris  em 1959, o Premio de Arte Sacra na XXXI Bienal de Veneza em 1958 com uma litografia dos três reis magos, e em Florença a Medalha de Ouro na III Bienal Internacional de Artes Gráficas em 1972.
          Marcelo mostrou em suas gravuras uma forma de mostrar o seu talento e também ficou famoso com elas.